Twitter PMERJ/Reprodução
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Operação de Forças de Segurança em São Gonçalo tem dois policiais feridos e cinco suspeitos presos

Megaoperação contra o tráfico de drogas ocorreu no Complexo do Salgueiro e na Comunidade Anaia

Roberta Pennafort, O Estado de S.Paulo

07 Novembro 2017 | 06h36
Atualizado 07 Novembro 2017 | 16h12

RIO - Dois policiais rodoviários federais foram baleados por bandidos na rodovia Niterói-Manilha (BR-101), em São Gonçalo, na manhã desta terça-feira, 7, durante operação conjunta das forças estaduais e federais de combate ao tráfico deflagrada durante  a madrugada. A ação acontece no Complexo do Salgueiro e na Comunidade Anaia, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio. 

Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que participavam da operação foram alertadas sobre a presença de criminosos nas proximidades do pedágio da rodovia e foram recebidos a tiros ao se aproximar em suas motos. Eles foram feridos no pé e socorridos rapidamente. Não houve gravidade, segundo a corporação.

Cinco homens foram presos e um menor apreendido. Foram recuperados seis carros e duas motos. Uma retroescavadeira está sendo usada pelas Forças de Segurança para desobstruir vias de acesso no Salgueiro.

A operação começou bem cedo, quando o dia ainda não estava claro. Participam policiais civis e militares, Marinha, Exército e Aeronáutica, agentes da Força Nacional de Segurança Pública e da Polícia Federal. Só de militares são mais de 3 mil.

Algumas ruas foram interditadas e o espaço aéreo está controlado, com restrições para aeronaves civis nos setores de atuação das Forças Armadas. Não há interferência nas operações dos aeroportos. 

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Durante a manhã, alto-falantes dos jipes do Exército, como de costume, emitiam mensagens à população com pedidos de colaboração. “Estamos presentes para garantir a segurança da sua família. Mantenha a calma. Sua colaboração é fundamental”, dizia a mensagem. O objetivo da operação foi prender traficantes e apreender drogas e armas.

O Disque-Denúncia está dando apoio à operação, distribuindo panfletos com fotos de traficantes que atuam na região com o intuito de estimular a população a informar as autoridades sobre seus esconderijos.

No Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, representantes de todas as instituições envolvidas na operação estão acompanhando e orientando, em tempo integral, os desdobramentos, desde as quatro e meia da manhã. 

Segundo a Seseg, as Forças Armadas estão responsáveis pelo cerco nas comunidades e estão distribuídas por pontos estratégicos, onde fazem revistas. Embarcações da Marinha fazem o cerco marítimo.

 

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