Mais dois são presos por suposta participação em quadrilha de aborto

Médico Guilherme Estrela Aranha foi detido quando deixava clínica; e policial Agostinho Rodrigues da Silva Neto se apresentou à polícia

Thaise Constancio, O Estado de S. Paulo

29 Outubro 2014 | 10h36

RIO - Mais duas pessoas foram presas por participação na maior quadrilha de aborto do Brasil. Ao todo, 61 pessoas foram detidas e 14 continuam foragidas.

O médico Guilherme Estrela Aranha, chefe do núcleo abortivo da Tijuca, na zona norte do Rio de Janeiro, foi preso na madrugada desta quarta-feira, 29, por agentes da Corregedoria Interna da Polícia Civil (Coinpol) e da Coordenadoria de Informação e Inteligência Policiais (Cinpol).

Aranha foi detido quando deixava uma clínica médica, no bairro de Neves, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.

Já o policial civil Agostinho Rodrigues da Silva Neto se apresentou na sede da Divisão Antissequestro (DAS), no Leblon, na zona sul da capital, onde foi cumprido o mandado de prisão expedido pela 4ª Vara Criminal da Capital.

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