Médica é morta a tiros na zona norte do Rio

Polícia ainda está à procura dos suspeitos; dermatologista havia participado de abertura de centro de reabilitação horas antes de crime

Mariana Sallowicz, O Estado de S. Paulo

26 de junho de 2016 | 11h22

RIO - A médica Gisele Palhares Gouvêa foi morta a tiros no início da noite desse sábado, 25, em tentativa de assalto na Linha Vermelha, via expressa no Rio. O crime ocorreu por volta das 19 horas na altura da Pavuna, na zona norte da cidade, de acordo com a Polícia Civil. Ela estava sozinha em seu carro.

 

A vítima era dermatologista e diretora da Clínica da Família de Vila de Cava, em Nova Iguaçu, município da região metropolitana do Rio. A Polícia Civil  não soube confirmar se ela tinha 34 anos ou 35 anos. O caso foi registrado no 39º DP (Pavuna).

 

A Polícia Militar informou que viaturas faziam o patrulhamento na Linha Vermelha nesse sábado e foram acionadas após a tentativa de roubo. Os agentes encontraram no local Gisele ferida a tiros pelos criminosos, que fugiram na sequência.

 

A médica foi levada pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, município também na região metropolitana do Rio, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

 

O Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) iniciou na noite desse sábado um cerco na região, que tem desde janeiro reforço no policiamento com apoio do Batalhão de Policiamento em Grandes Eventos (BPGE). Foi determinada a busca pelos suspeitos e operações de blitz.

 

Em seu perfil no Facebook, Gisele publicou na tarde desse sábado que participou da inauguração do Centro de Reabilitação do Caiesp, no bairro Monte Líbano, em Nova Iguaçu.

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