Fabio Motta/Estadão
Fabio Motta/Estadão

Mocidade encerra carnaval do Rio com Elza Soares como diva do tempo

Com o enredo ‘Eu sou o tempo, tempo é vida’, o carnavalesco Alexandre Louzada colocou na Marquês de Sapucaí toda sorte de metáforas relativas ao tema

Fernanda Nunes e Fábio Grellet / RIO, O Estado de S.Paulo

05 de março de 2019 | 07h21

A Mocidade Independente de Padre Miguel encerrou o desfile das escolas especiais do Rio narrando a relação do homem com o tempo, as agruras e alegrias que a passagem das horas proporciona. Com o enredo ‘Eu sou o tempo, tempo é vida’, o carnavalesco Alexandre Louzada colocou na Marquês de Sapucaí toda sorte de metáforas relativas ao tema.

No fim, passa ano sai ano, em 2019, mais uma vez o que marcou a agremiação foi a bateria. A escola ainda inovou com uma ‘paradinha’ diferente, logo no início do samba em vez de no refrão.

O tempo dos relógios analógico e digital; o relativo de Einstein; o moderno de Chaplin. O tempo que transformou a cantora Elza Soares em diva, inclusive da escola, e também o que escraviza os trabalhadores. Todos passaram pela avenida. Não faltou criatividade.

A escola só não calculava que se apresentaria em seguida a um desfile emocionante da Mangueira, que ao homenagear a vereadora assassinada Marielle Franco, esgotou as energias da plateia. O avançado da hora, já no amanhecer desta terça-feira de carnaval, também pesou. O resultado foi um desfile tecnicamente correto, porém, nem tão animado.

 

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