FABIO MOTTA/ESTADÃO
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Movimento nos batalhões é fraco no quarto dia de motim no Rio

No Batalhão de Choque, no Estácio, por exemplo, havia apenas oito mulheres; troca de turno está sendo feita nas ruas

Constança Rezende, O Estado de S.Paulo

13 Fevereiro 2017 | 12h26

RIO - O movimento das famílias dos policiais militares na frente dos batalhões de polícia diminuiu na manhã desta segunda-feira, 13, em relação aos outros três dias de greve. Por volta das 10h30, havia oito mulheres em frente ao Batalhão de Choque, no Estácio, na região Central do Rio. No batalhão de Olaria, na zona norte, havia três mulheres e, no da Tijuca, também na zona norte, cinco. 

Desde que a movimentação começou, o comando da PM tenta desmobilizar a paralisação. Alguns policiais estão sem farda na porta dos batalhões e as trocas de turno estão sendo feitas nas ruas.

Neste domingo, 12, houve confronto depois do jogo do Botafogo contra o Flamengo, no estádio do Engenhão, na zona norte do Rio. Um homem morreu baleado e mais sete ficaram feridas, também vítimas de agressão.

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