Wilton Júnior/Estadão
Wilton Júnior/Estadão

Novo secretário diz que pretende entender a lógica de facções

Roberto Sá tomou posse nesta segunda-feira no Rio e afirmou que governo quer compreender como grupos criminosos conseguem o controle de armas e drogas

Constança Rezende e Clarissa Thomé, O Estado de S.Paulo

17 Outubro 2016 | 14h23

RIO - Há dez anos trabalhando na pasta, o novo secretário estadual de Segurança do Rio de Janeiro, Roberto Sá, assumiu o cargo nesta segunda-feira, 17, afirmando que pretende "cada vez mais entender a lógica de como as facções criminosas se organizam e como fazem o tráfico de armas e drogas" e que essa "é uma das grandes causas da violência no Rio de Janeiro".

Sá foi, por dez anos, o subsecretário  de Planejamento e Integração Operacional da pasta e era considerado como o braço direito do ex- secretário José Mariano Beltrame.

A declaração foi feita em coletiva de imprensa junto com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, no Palácio Guanabara, sede do governo do Rio, em Laranjeiras, na zona sul. 

O novo secretário também afirmou que todas as ações "irão convergir para a preservação ds vida" e que irá fazer esforço para diminuir o índice  de letalidade.

"Vamos fazer isso com a ação integrada de todas as polícias. Se juntos a missão já é difícil, imagine isoladamente", afirmou. "Também vamos intensificar as investigações sobre as armas de fogo e explosivos usadas nessa guerra não desejada por ninguém."

Sobre as Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs), Sá disse ser um projeto que tem êxito e que os ajustes serão feitos à medida que a secretaria tiver recursos e apoio e que fará o remanejamento de verbas na pasta.

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