Antonio Lacerda/EFE
Antonio Lacerda/EFE

Novos chefes das polícias comandarão transformação, diz general

Secretário da Segurança se reuniu nesta quarta com o chefe da PM, coronel Laviano, e o da Civil, delegado Barbosa

Marco Antônio Carvalho, enviado especial de O Estado de S. Paulo ao Rio

07 Março 2018 | 17h23

RIO - O secretário estadual de Segurança do Rio, general Richard Nunes, reuniu-se nesta quarta-feira, 7, com os novos comandantes das polícias fluminenses. O coronel Luis Cláudio Laviano passa a comandar a PM, e o delegado Rivaldo Barbosa chefia a Polícia Civil. Nunes disse que eles foram escolhidos pela competência profissional e deverão liderar um esforço de transformação das polícias.

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Nunes coordenou a 9° reunião do Comitê Especial de Segurança Integrada (Cesi), que foi fechado e se estendeu por duas horas na tarde desta quarta-feira no Centro Integrado de Comando e Controle. O comitê reúne representantes da PM, da Polícia Civil e também da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. No mesmo prédio, o gabinete de intervenção realizou um encontro com comandantes de batalhões e unidades especializadas. 

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O secretário e os novos comandantes deram uma declaração de cinco minutos à imprensa. Não permitiram perguntas, nem apresentaram detalhes sobre a reestruturação dos comandos de batalhões e delegacias, assim como informações sobre outros planos de atuação da intervenção.

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"Uma das primeiras decisões que tive de tomar foi escolher uma equipe que simbolizasse o esforço que vamos realizar em prol da sociedade", disse Nunes. "São pessoas da minha inteira confiança e que foram escolhidos pela competência profissional e pela certeza de que irão liderar o esforço de transformação das instituições."

O coronel Laviano disse que "os policiais, homens de bem, irão atuar unidos para preservar a vida do cidadão, do policial e do agressor". "Policiais honestos e atentos ao serviço, tenham a certeza de que terão o apoio dos seus comandantes", disse.

Já o delegado Barbosa afirmou que o País vive um "momento histórico" e que tem três expectativas: contar com o esforço integrado dos governos federal, estadual e municipal; atuar com integração plena das polícias ("Quem não estiver integrado não pertencerá a nossa equipe"); e respeitar os direitos e garantias dos cidadãos.

"O nosso foco é trazer tranquilidade à sociedade carioca." 

Os comandantes das polícias deverão dar continuidade ao trabalho de diagnóstico dos problemas, que já estava em andamento pelo gabinete de intervenção, e terão prioridade em apontar soluções que, com celeridade, devolvam mais força de atuação à segurança pública. 

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