Polícia Militar do Rio de Janeiro
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PM apreende mais de uma tonelada de drogas no Rio

Houve tiroteio no início da operação, pela manhã, mas ninguém foi preso nem há registro de feridos.

Fábio Grellet, O Estado de S.Paulo

02 Janeiro 2018 | 22h33

RIO - Mais de uma tonelada de drogas foi apreendida pela Polícia Militar fluminense durante operação realizada nesta terça-feira, 2, na Favela do Jacarezinho, na zona norte do Rio. Também foi apreendido um fuzil, o primeiro recolhido pela PM neste ano. Houve tiroteio no início da operação, pela manhã, mas ninguém foi preso nem há registro de feridos.

Participaram da operação agentes dos batalhões de Operações Policiais Especiais (Bope) e de Ações com Cães (BAC). Segundo a PM, a maioria da droga (670 quilos) é maconha. Com o auxílio de cães farejadores, policiais do BAC encontraram a maconha, a maior parte em forma de tabletes, em quatro esconderijos da favela. O maior deles escondia cerca de 500 quilos da droga, e outro funcionava em um imóvel abandonado.

Também foram apreendidos mais de 350 quilos de haxixe, crack e cocaína. O fuzil apreendido é um Bushmaster Firearms calibre 556, fabricado no estado norte-americano da Carolina do Norte. 

Na segunda-feira, 1, um PM foi baleado em outra ação do Bope nessa comunidade. A base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Jacarezinho foi atacada, por volta das 6h, e houve confronto. O policial ferido foi encaminhado para o Hospital Salgado Filho, no Méier (zona norte), e seu estado de saúde é estável.

Rocinha. Nesta terça-feira o traficante Jhonatan Pessanha, de 21 anos, prestou depoimento na 11ª DP (Rocinha). Suposto integrante da quadrilha de Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, ele foi preso após se ferir com estilhaços de uma granada lançada pelos próprios comparsas durante confronto na favela da Rocinha, na zona sul. Levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Rocinha, ele se apresentou usando um nome falso. “Jhonatan tinha uma ligação bem estreita com o Rogério e passou, após entrevista, informações relevantes para as investigações. Inicialmente deu nome falso e depois foi identificado", afirmou à TV Globonews o delegado Antônio Ricardo, da 11ª DP.

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