PM do Rio faz operação para prender suspeitos de matar soldado

Traficante que atua na região metropolitana é acusado de liderar ataque a David Lopes Athanasio, do Batalhão de Choque

Tiago Rogero, O Estado de S. Paulo

23 de julho de 2014 | 09h03

RIO - A Polícia Militar faz operação na manhã desta quarta-feira, 23, no bairro Jardim Catarina, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Os militares tentam prender envolvidos na morte do soldado do Batalhão de Choque David Lopes Athanasio, de 25 anos, que teve o carro atingido por mais de 30 de tiros quando saía de uma academia no bairro, em 30 de junho.

Segundo o setor de inteligência da PM, um traficante da região, identificado como Schumacher, teria ordenado o ataque. Participam da ação PMs do Choque, do 7º BPM (São Gonçalo), do Batalhão de Operações Especiais (Bope), do Grupamento Aeromóvel (GAM) e do Batalhão de Ações com Cães (BAC). 

Presos. A Polícia Civil fez operação nesta semana para desarticular duas quadrilhas especializadas em roubo de cargas em Nova Iguaçu e São João de Meriti, na Baixada Fluminense, e também na Pavuna, na zona norte do Rio. Dez pessoas foram presas; armas, carros e motocicletas foram apreendidas na ação da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas.

O primeiro grupo, que atuava na Baixada, tinha como principal alvo cargas de bebidas, segundo a polícia. Com os seis suspeitos presos, foi apreendida também uma "espingarda" de ar comprimido que eles usavam, de acordo com os policiais, para intimidar os motoristas.

"Com a quadrilha, também foram encontrados vestuários de uma empresa de bebidas e de uma empresa de obras que eram usadas para bloquear as ruas, facilitando a abordagem dos caminhões", informou a Polícia Civil.

O segundo grupo atuava no roubo de cargas de eletrodomésticos, cigarros, laticínios e carnes na Pavuna, em regiões como a da Rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo ao Rio e da Avenida Brasil. Os quatro integrantes da quadrilha foram presos nesta segunda-feira, 21. Segundo a polícia, parte dos produtos roubados era levada para comunidades de Duque de Caxias, também na Baixada.

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