Osvaldo Praddo/Agência O Dia/ Estadão
Osvaldo Praddo/Agência O Dia/ Estadão

PM é morto com mais de 30 tiros na região metropolitana do Rio

O soldado Dayvid Lopes Athanasio, do Bope, foi assassinado no bairro onde morava com a família, em São Gonçalo

Thaise Constancio, O Estado de S. Paulo

27 de junho de 2014 | 10h00

RIO - Um policial militar lotado no Batalhão de Operações Especiais (Bope) foi assassinado na noite desta quinta-feira, 26, no bairro Jardim Catarina, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro, onde morava com a família. O carro do soldado Dayvid Lopes Athanasio, de 23 anos, foi alvejado com mais de 30 tiros. Pelo menos seis atingiram o corpo do policial, que chegou a ser socorrido no Hospital Estadual Alberto Torres, mas não resistiu aos ferimentos.

Agentes da Divisão de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) investigam se o assassinato de Athanasio foi encomendado por traficantes da região. O bando teria ordenado a morte de policiais que moram no Jardim Catarina, um dos bairros mais violentos da cidade. Em 2010, o então governador Sérgio Cabral (PMDB) anunciou que instalaria uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no local.

Outro caso. Na tarde de quinta, policiais da DHNSGI prenderam o estofador Felipe Charlie da Silva, de 29 anos, no bairro Lagoinha, também em São Gonçalo. Ele é acusado de matar a tiros Weslen Pereira da Silva, Mário Filipe Eustáquio Nascimento e Andrei Lúcio da Silva Lima, em 25 de março, também no Jardim Catarina.

Silva, que já tinha passagem pela polícia por um homicídio cometido em 2011, foi reconhecido por testemunhas.

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