PM reforça segurança em favela onde jornalistas viraram reféns

Repórter, fotógrafo e motorista foram agredidos com socos e choques no Rio

Solange Spigliatti, do estadao.com.br

01 de junho de 2008 | 15h01

A polícia militar continuava na tarde deste domingo, 01, ocupando a favela do Batan, em Realengo, na zona Oeste do Rio, onde repórteres do jornal impresso O Dia foram mantidos em cárcere privado e torturados.   Veja Também: Jornalistas são capturados e torturados em favela carioca   De acordo com a PM, os policiais iniciaram a operação no fim da tarde deste sábado, 30, com o objetivo de coibir o tráfico de drogas e apreender armas, que teve continuidade neste domingo.   Até às 14 horas, haviam sido apreendidos três revólveres, 127 botijões de gás cheios, 55 botijões vazios e material de TV a cabo. Ninguém foi preso até agora.   Uma repórter, um fotógrafo e um motorista do jornal "O Dia" foram seqüestrados e mantidos em cárcere privado, quando faziam uma reportagem na favela do Batan, sobre a ação das milícias, que são grupos paramilitares que dão suposta proteção aos moradores em troca de dinheiro e do domínio da região.

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