JOSE LUCENA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS
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PMs acusados de matar jovens têm prisão preventiva decretada

Justiça converteu a prisão em flagrante dos oficiais para preventiva; vítimas foram mortas na zona norte da capital fluminense

Constança Rezende, O Estado de S. Paulo

01 de dezembro de 2015 | 17h01

RIO - A Justiça do Rio converteu a prisão em flagrante para preventiva dos quatro policiais militares acusados de matar cinco jovens próximo ao Morro da Lagartixa, em Costa Barros, na zona norte, no último sábado, 28. A decisão foi tomada pelo juiz Sandro Pitthan Espíndola, do plantão judiciário.

Os soldados Thiago Resende Viana Barbosa e Antônio Carlos Gonçalves Filho, o sargento Márcio Darcy Alves dos Santos e o cabo Fabio Pizza Oliveira da Silva são lotados no 41º Batalhão da Polícia Militar (Irajá, zona norte). Foram presos pelas supostas práticas de homicídio qualificado e fraude processual. Estão no Batalhão Especial Prisional (BEP) da Polícia Militar (PM), em Niterói, cidade na região metropolitana.

Wilton Esteves Domingos Júnior, de 20 anos, Wesley Castro Rodrigues, de 25, Cleiton Corrêa de Souza, de 18, Carlos Eduardo da Silva de Souza, de 16, e Roberto de Souza Penha, de 16, foram mortos no carro em que estavam, nas proximidades do Complexo da Pedreira. 

Segundo a Polícia Civil, as vítimas tinham voltado de um passeio no Parque de Madureira - área de lazer na zona norte - e resolveram sair novamente para fazer um lanche, quando foram surpreendidas pelos tiros disparados pelos PMs na Estrada João Paulo.

 

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