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Polícia e Forças Armadas fazem operação em comunidades do Rio

Operação visa combater o crime organizado no Estado; Ao menos 1.500 homens participam da ação

Ana Paula Niederauer, O Estado de S.Paulo

30 Novembro 2017 | 08h43

 As Polícias Federal e Militar, com o apoio de 1.500 homens das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) realizam, desde a 5h desta quinta-feira, 30, uma operação nas comunidades Vila Joaniza e Barbantes, na Ilha do Governador, zona norte do Rio.

Segundo informações da Polícia Militar, algumas ruas da região estão interditadas e o espaço aéreo está controlado, com restrições dinâmicas para aeronaves civis. Não há interferência nas operações dos aeroportos.

De acordo com o Coronel Roberto Itamar, porta-voz do Comando Militar do Leste, esta operação nas comunidades está sendo feita após ações criminosas realizadas na região no último fim de semana.

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" As Forças Armadas estão responsáveis pelo cerco nas comunidades e baseadas em pontos estratégicos. A operação requer identificação e revista dos moradores, o que causa muitas vezes um desconforto, mas este protocolo é necessário para aumentar a segurança no local", explica o Coronel.

Segundo o porta-voz do CML, esse cerco faz parte do Plano Nacional de Segurança para combater o crime organizado no Estado.

No sábado, 25, traficantes da favela Vila Joaniza expulsaram policiais do Posto de Policiamento da comunidade. Segundo a polícia, criminosos picharam e depredaram o posto policial, como uma espécie de vingança, já que a PM teria impedido a realização de um baile funk no local.

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