Polícia pede quebra de sigilo de acusada de matar Priscila Belfort

Garota teria passado por 3 cativeiros nos três meses e meio em que ficou seqüestrada até a sua execução

Pedro Dantas, do Estadão,

08 de agosto de 2007 | 16h36

O delegado da 75ª Delegacia de Polícia, Anestor Magalhães, pediu à Justiça a quebra do sigilo telefônico de Elaine Paiva da Silva, de 27 anos, que confessou o assassinato de Priscila Belfort, irmã do lutador Vitor Belfort, desaparecida desde janeiro de 2004.   O objetivo é verificar se a mulher fala a verdade sobre o crime. Segundo Elaine, o rapto de Priscila foi planejado em outubro de 2003, no Morro da Mangueira, por ordem de um traficante identificado como Gilson da Silva, preso em Bangu I. As escavações no local continuam, mas apenas um osso, que o delegado acredita pertencer a um animal, foi encontrado na Fazenda Nossa Senhora da Esperança, em São Gonçalo (Região Metropolitana do Rio).   A irmã do lutador Vitor Belfort teria passado por três cativeiros durante os três meses e meio em que ficou seqüestrada até a sua execução. "Se encontrarmos o corpo e o exame de DNA confirmar a identidade de Priscila, vamos dar um passo gigantesco na resolução do caso", disse o delegado.   Uma dívida de R$ 9 mil com o tráfico de drogas teria motivado o seqüestro e assassinato de Priscila Belfort. Esta é a afirmação de Elaine Paiva da Silva, de 27 anos, que confessou o crime ao Ministério Público Estadual na última sexta-feira.   Elaine disse que a confissão aconteceu porque ela estava sendo ameaçada de morte por um dos membros da quadrilha. Ela contou que Priscila foi morta com quatro tiros, sendo o disparo fatal na cabeça. A dívida teria sido feita por Priscila e o namorado, que seria ligado ao tráfico de drogas.

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