Polícia prende suspeito de atirar em PM na UPP da Penha

Mário Cesar de Almeida Filho tentou resistir à prisão e fugir por uma janela, mas foi capturado; policial está internado desde segunda

Carina Bacelar, O Estado de S. Paulo

06 de fevereiro de 2015 | 15h48

RIO - Policiais civis da 22ª Delegacia de Polícia, na Penha, em ação conjunta com homens da Unidade de Polícia Pacificadora da Vila Cruzeiro, prenderam nesta sexta-feira, 6, Mário Cesar de Almeida Filho, suspeito de ter atirado, na segunda-feira, 2, no policial Davis Fernandes Giffone. O PM, que trabalha na comunidade do complexo da Penha, foi surpreendido por uma emboscada quando saía do trabalho e está internado no Hospital Estadual Getúlio Vargas. A polícia procura ainda outros suspeitos de envolvimento no crime. 

Segundo informações da Polícia Civil, Almeida Filho tentou resistir à prisão e fugir por uma janela, mas foi surpreendido por agentes. Com ele, foi apreendida uma granada. Na ação conjunta, mais dois homens, Marcos Antônio Bezerra e Felipe Luiz Guimarães, procurados pela polícia, foram detidos, e um menor de idade de 14 anos foi apreendido. 

Noite violenta. Dois episódios de violência foram registrados na noite de quinta-feira, 5, no Rio. Em Realengo, na zona oeste, o policial civil Alexandre Heitor Guaglini de Carvalho, de 54 anos, foi morto após ser abordado por dois homens que estavam em uma moto. No momento dos disparos, ele estava manobrando o carro. 

A Divisão de Homicídios da capital investiga o caso. De acordo com a Polícia Civil, uma testemunha e a namorada da vítima prestaram depoimento. A delegacia está analisando imagens de câmeras de segurança da região para determinar se o crime foi uma execução ou uma tentativa de assalto. 

Já em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, um sargento da Polícia Militar foi baleado enquanto realizava uma blitz. Homens que estavam em um carro que furou o bloqueio foram os autores dos disparos. O sargento, ferido no pé e nas costas, foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento do Bom Pastor e depois transferido para o Hospital Central da Polícia Militar. As condições de saúde dele são estáveis. 

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