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Policial militar e ex-agente da Polícia Civil são mortos a tiros no Rio

A princípio, os dois crimes não têm relação entre si; na internet, circula suposta filmagem do momento em que criminosos realizaram seguidos disparos contra uma das vítimas

Gabriel Vasconcelos, O Estado de S.Paulo

24 de julho de 2022 | 19h56

RIO - Um policial militar e um ex-agente da Polícia Civil foram mortos a tiros, no sábado, 23, em municípios da Baixada Fluminense, na região metropolitana do Rio de Janeiro. A princípio, os dois crimes não têm relação entre si.

Em nota, a Polícia Militar não identifica os nomes das vítimas. Mas a primeira delas seria o policial Ricardo Santa Rosa Viegas, de 45 anos. Ele era sargento lotado no 21º Batalhão, em São João de Meriti, também na Baixada.

Viegas foi encontrado morto dentro de um carro, na tarde de ontem, 23, no município de Belford Roxo. O veículo, um Corsa, estava perfurado por arma de fogo e trazia uma placa adulterada. Uma equipe do 39º BPM foi acionada para verificar a ocorrência de homicídio e isolou a área para perícia. A investigação corre sob a responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

A unidade também investiga o assassinato de um ex-policial civil, também no sábado, no bairro Cabuçu, em Nova Iguaçu, outra cidade da Baixada Fluminense. Seria David Oliveira, de 59 anos. Ele já foi candidato a vereador em 2016 e ocupou cargo executivo na Defesa Civil.

Maciel teria sido expulso da Polícia Civil em 2013 devido a envolvimento com esquema ilegal de exploração de sinal de TV a cabo na Baixada e na região Sul Fluminense, segundo informações do jornal O Dia. A atividade é típica das milícias, organizações formadas por paramilitares que nasceram na zona Oeste do Rio e se expandiram para a Baixada e Costa Verde.

Segundo fontes, investigadores trabalham com a tese de execução porque a área onde o ex-agente foi baleado é controlada por uma milícia. Circula na internet uma suposta filmagem do momento em que criminosos realizaram seguidos disparos na vítima.

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