Marcelo Sayão/EFE
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Presidente da Paraíso do Tuiuti culpa chuva e pintura da pista por acidente

Renato Thor também rebateu o argumento do motorista do carro alegórico de que a agremiação não tinha fornecido guias suficientes para direcionar o veículo

Constança Rezende, O Estado de S.Paulo

02 Março 2017 | 12h19
Atualizado 02 Março 2017 | 17h58

RIO - O presidente da escola de samba Paraíso do Tuiuti, Renato Thor, afirmou nesta quinta-feira, 2, que a chuva e a pintura da pista causaram o acidente com o carro alegórico da escola que deixou 20 feridos durante o desfile de domingo na Marquês de Sapucaí. 

Thor deu entrevista ao chegar à 6ª Delegacia de Polícia (Cidade Nova) para depor no inquérito que investiga o caso. Ainda estão internadas três vítimas da alegoria que, desgovernada, prensou pessoas que estavam na pista contra uma grade e, ao dar ré, atropelou mais gente.

"A avenida foi pintada recentemente, e a Paraíso foi a primeira escola a desfilar. Com a chuva, acho que o carro perdeu um pouco o controle. A chuva deixou o carro um pouco meio sem direção", disse.

Thor também rebateu o argumento do motorista do carro de que a agremiação não tinha fornecido guias suficientes para direcionar a alegoria. "Tinham cinco guias, dois na esquerda, dois à direita e um na frente do carro", afirmou.

O presidente da escola afirmou também que a chamada "roda maluca" do veículo, encontrada quebrada, foi danificada após o acidente. Ele disse ainda que um engenheiro contratado pela empresa responsável por todos os carros e teria reagido com surpresa aos acidentes. 

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