Reconstituição de ataque policial a juiz e família no Rio é encerrada

Peritos e Corregedoria da Polícia Civil do Rio de Janeiro acompanharam a versão do juiz e de mais uma vitima que também teve o carro atingido por tiros

estadão.com.br

04 Novembro 2010 | 04h58

SÃO PAULO - Durou um pouco mais de três horas a reconstituição da blitz em que o juiz federal Marcelo Alexandrino da Costa Santos, de 39 anos, o filho dele, Diego, de 11, e a enteada Nathália, de oito anos, foram baleados, na noite de 2 de outubro deste ano, na Estrada dos Três Rios, no final da Estrada Menezes Cortes, mais conhecida como Grajaú - Jacarepaguá, na zona oeste da cidade. As informações são da Rádio CBN.

Os peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) e agentes da Corregedoria da Polícia Civil acompanharam a versão do juiz e a do vendedor de automóveis Jader Abdala, que tiveram os carros atingidos pelos disparos dos policiais. Marcelo Alexandrino afirmou que foi difícil lembrar daquela noite. Já o vendedor de automóveis Jader Abdala falou que, ao participar da reconstituição, teve a certeza de que escapou da morte

Segundo o diretor do ICCE, Sérgio da Costa Henriques, as versões do juiz e do vendedor de automóveis foram idênticas. Os dois policiais que estão presos, não quiseram participar da reconstituição. Outros quatro agentes que estavam na blitz deram a versão deles do fato. O laudo da reconstituição deve ficar pronto em 10 dias e será anexado ao inquérito da corregedoria que é a responsável pela apuração do caso.

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