Felipe Rau/Estadão
Felipe Rau/Estadão

Secretário se reúne com taxistas do Rio após protestos

Representantes da categoria se encontraram com Rafael Picciani, de Transportes, para discutir uso de aplicativos como o Uber 

Fábio Grellet, O Estado de S. Paulo

08 de abril de 2015 | 17h45

RIO - Cerca de 100 taxistas do Rio de Janeiro promoveram no final da manhã desta quarta-feira, 8, um protesto pela proibição do uso de aplicativos de carona solidária no município. Em grupos que partiram da zona sul e do centro, os motoristas seguiram em direção ao Palácio Guanabara, sede do governo do Estado, em Laranjeiras (zona sul), e dali para a sede da Prefeitura do Rio, na região central. 

Por volta das 16h30, representantes da categoria se reuniram com o secretário municipal de Transportes, Rafael Picciani, para discutir o uso desses aplicativos no Rio. O principal deles chama-se Uber e reúne motoristas que, sem licença para atuar como taxistas, combinam com vários passageiros e cobram para realizar trajetos. Como atendem várias pessoas, a corrida sai mais barata do que se a pessoa fosse sozinha de táxi.

Para oferecer e cobrar por esse tipo de serviço, no entanto, a prefeitura exige que o motorista seja cadastrado como taxista, o que não ocorre no caso dos aplicativos. Por isso, esse serviço é considerado ilegal pelo município.

A reunião dos taxistas com o secretário não havia terminado até as 17h15 desta quarta-feira.

São Paulo. Na capital paulista, cerca de 3000 taxistas se concentraram na Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu, na manhã desta quarta-feira, 8, em protesto contra aplicativos de carona, e se dirigiram à Câmara Municipal, também no centro. Durante a concentração, os motoristas seguraram faixas e declararam "guerra" aos táxis clandestinos. 

Curitiba. Uma carreata com cerca de 200 taxistas passou em frente ao museu Oscar Niemeyer e seguiu até a região da Rodoviária de Curitiba, até às 11h30. O trânsito ficou paralisado na região e policiais militares e agentes da Secretaria de Trânsito foram chamados para organizar o tráfego. 

A reivindicação dos profissionais é que se acabe com o transporte irregular de passageiros.  Eles reclamam que em locais onde há pontos de taxi instalado, passageiros param carros na rua, em frente ao ponto, e deixam de usar seus veículos. Isto ocorre principalmente em áreas como o Aeroporto, ou estação rodoviária. /JULIO CESAR LIMA

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