Rhuana Lopes Rodrigues
Rhuana Lopes Rodrigues

Segundo jornal, omissão de socorro de médica teria provocado morte do bebê Breno, no RJ

Laudo do IML apontou que parada cardiorrespiratória poderia ter sido evitada, independente da especialização em pediatria por parte da médica

O Estado de S.Paulo

01 Julho 2017 | 09h11

O laudo técnico da morte do bebê Breno Rodrigues Duarte da Silva, de 1 ano e 6 meses, morto no Rio de Janeiro após uma médica socorrista ter negado atendimento, foi finalizado ontem pelo Intituto Médico Legal (IML), do Rio de Janeiro.

Em reportagem publicada pelo jornal Extra neste sábado, 1º de julho, a causa da morte foi uma parada cariorespiratória, que poderia ser evitada. "A perícia pode afirmar que a demora no atendimento do menor Breno, seja qual for a causa dessa demora, foi determinante para o óbito", informa o jornal.

O IML teria constatado que a criança precisava de serviços de urgência, presentes em ambulâncias e hospitais, socorro que independe da especialização em pediatria. A médica, Haydée Marques da Silva, de 66 anos, afirmou inicialmente que não prestou atendimento porque não atende crianças. 

O Estado entrou em contato mas a 16º Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca, responsável pelo caso, e foi informado que a investigação segue sob sigilo. 

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