Síndica diz que pediu conserto de válvulas de gás do apart

Para delegado, tanto síndica quanto imobiliária, proprietário e CEG podem ser indiciadas por homicídio

Pedro Dantas, do Estadão,

22 de agosto de 2007 | 19h25

Em depoimento prestado à 16ª Delegacia de Polícia, a síndica do condomínio Barra Beach, Sônia Malaquias, apresentou troca de e-mails e fax entre a administração do apart-hotel e a Companhia Estadual de Gás (CEG) em que ela cobrava o conserto nas válvulas de medição de gás do prédio.  Ela afirmou que não tinha "conhecimento formal" sobre os casos anteriores de vazamento de gás antes da morte da menina Kawai Baisotti, de 12 anos, no sábado, por intoxicação. A irmã dela Keilua Baisotti, de 6 anos, continua em coma no Hospital da Lagoa, na zona sul da cidade. Na quinta-feira, o delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto, ouvirá o aposentado Ronaldo D'Angelo Visconti, proprietário do apartamento, e um representante da imobiliária Sol da Barra, que administrava o imóvel desde 2005. Visconti disse que a imobiliária nunca relatou a ele qualquer problema. A imobiliária informou que vai se pronunciar apenas ao final do processo. Nesta quarta-feira, o delegado afirmou novamente que a síndica, a imobiliária, o proprietário e a CEG podem ser indiciadas por homicídio doloso (com a intenção) caso seja constatada negligência de algumas das partes.

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