STJ nega liberdade a estudantes acusados de agredir doméstica

Defesa alegava que a prisão era ilegal, pois teria sido decretada como se todos tivessem cometido o mesmo ato

20 de novembro de 2007 | 19h07

Dois dos cinco jovens acusados de agredir e roubar a emprega doméstica Sirlei Dias de Carvalho, na Barra da Tijuca, no Rio, no dia 23 de junho deste ano, permanecerão presos preventivamente. Nesta terça-feira, 20, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o habeas-corpus em que a defesa dos estudantes Júlio Junqueira Ferreira e Rubens Pereira Arruda Bruno tentava revogar a prisão deles. A defesa dos dois estudantes alegava que a prisão preventiva deles era ilegal, pois teria sido decretada como se todos os jovens tivessem cometido os mesmos atos e a gravidade genérica não pode ser levada em conta. O ministro do STJ Paulo Gallotti avaliou, entretanto, que a prisão está "suficientemente justificada, principalmente quanto à necessidade de garantia da ordem pública".  Antes, o pedido de liberdade já havia sido negado pelo Tribunal de Justiça do Rio. Além de Ferreira e Bruno, foram acusados de participar do crime Leonardo Pereira de Andrade, Felippe de Macedo Nery Neto e Rodrigo dos Santos Bassalo. No dia 23 de junho, eles saíram de uma festa e pararam em um ponto de ônibus, onde agrediram e levaram a bolsa de Sirlei.

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