Wilton Júnior/Estadão
Wilton Júnior/Estadão

Subsecretário de Segurança do Rio está respondendo pela pasta

Não foram anunciadas mudanças na secretaria, nem no comando das polícias Militar e Civil, tampouco foram vistos militares das Forças Armadas nas ruas

Roberta Pennafort e Constança Rezende, O Estado de S.Paulo

19 Fevereiro 2018 | 17h00

RIO - A Secretaria de Segurança do Rio informou nesta segunda-feira, 19, que “permanece funcionando normalmente”, ainda que o secretário Roberto Sá tenha pedido exoneração na sexta-feira. Sá deixou o cargo diante do anúncio, feito pelo presidente Michel Temer (MDB), da intervenção federal na segurança do Rio. O subsecretário de Assuntos Estratégicos, Roberto Alzir, está respondendo pela pasta.

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“Toda a estrutura” da secretaria segue operando normalmente, diz nota oficial divulgada nesta tarde.  “Todos os subsecretários continuam respondendo por suas atribuições, para que não haja qualquer prejuízo à prestação de serviço por parte das instituições e atendimento às demandas da população”, informa o texto.

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Na sexta-feira, menos de quatro horas depois de o presidente assinar o decreto que instituiu a intervenção - e transferir ao general do Exército Walter Souza Braga Netto o comando da segurança pública no Estado -, o secretário Roberto Sá pediu exoneração do cargo. 

De lá para cá, não foram anunciadas mudanças na secretaria nem no comando das polícias Militar e Civil. Tampouco foram vistos militares das Forças Armadas nas ruas.

“Fui o criador do RAS (Regime Adicional de Serviço), do sistema de metas, das RISP (Regiões Integradas de Segurança Pública) e um dos precursores das UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora). Só que acabou o dinheiro e a gente continuou, até porque o Rio merecia. No momento mais crítico da história do País e do Rio de Janeiro financeiramente, greves foram evitadas, caos maiores foram evitados, para agora poder fazer uma transição e passar para um momento de melhora”, afirmou Sá então em entrevista à TV Globo.

 

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